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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Encontrei!

Uma vez postei aqui sobre a frustração que tive ao tentar encontrar pela segunda vez uma certa imagem. Recomendo ler "Sobre a inconstância da internet" antes de continuar a leitura deste post.

Pois eis que em um belo dia me lembrei de algumas músicas que estavam em um backup do ano passado e decidi recuperá-las. E enquanto revirava todos os arquivos antigos para separar o que eu ainda poderia aproveitar daquelas antiguidades tive uma enorme surpresa. Jogada dentro da pasta de imagens estava aquela que tanto buscara. Minha emoção foi tanta que fiquei um bom tempo olhando atônito para a tela do pc e me perguntando se eu não estava me confundindo. Devo logo ressalvar que essa imagem não é assim tão especial a ponto de por si só me causar tanta emoção. O que de fato me abalou de tal forma foi como eu procurei por tanto tempo por ela enquanto esta estava tão perto de mim e como ela simplesmente apareceu na minha frente depois que desisti de encontrá-la. Assim que saí do choque imediatamente vim aqui para dispô-la em seu lugar de direito e em seguida escrever um post sobre o ocorrido.

Dito isto, apresento a imagem que tanto procurei. Esta logo acima, que compõe o título. E deixo uma dica: Se quiseres encontrar algo, desista de procurá-lo.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sobre a inconstância da internet

É impressionante como é difícil encontrar a mesma coisa duas vezes na internet. Uma vez vi uma imagem na busca do google. Ela não tinha nada a ver com minha pesquisa, mas agora ela se encaixaria perfeitamente como imagem do título deste blog. Tentei desesperadamente encontrá-la novamente, mas já que não me lembro do que tinha buscado naquele dia não consigo. Me arrependo de não ter salvo a imagem quando a vi. A partir de agora salvarei em meu pc toda imagem interessante que ver na internet para possível uso futuro. Mesmo assim ainda tenho esperanças de achar aquela imagem...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Satisfação e duração: duas grandezas inversamente proporcionais

Esse pensamento foi o grande culpado da minha entrada nesse mundo de “blogueiro”. Enquanto refletia sobre o assunto e formulava um discurso em minha mente foi surgindo uma vontade de colocá-lo em um blog. Mas eis que surge o problema: eu não tinha um blog. E como uma coisa puxa a outra comecei a considerar a criação de um. Mas sobre isso já falei o suficiente, vamos ao real assunto:

O que é bom dura pouco”

Quem nunca ouviu ou nem mesmo proferiu essa célebre frase? Pois então, ela não é dita com tanta frequencia sem motivo. Mas será que o correto não seria o inverso? “É bom o que dura pouco”? É uma relação estranha, mas real. Quanto mais durador é algo, menos prazeroso. Acredito que isso se deva à dependência de novidades que o ser humano tem. Depois de um tempo, o que era novidade passa a ser desvalorizado e a excitação inicial desaparece. Exemplo disso é quando se compra um jogo novo. Nos primeiros dias não queremos saber de nada a não ser o novo jogo, mas depois de um tempo ele já perde a graça e fica entediante. Assim é com tudo na vida, inclusive nas relações sociais. Minhas relações amorosas mais emocionantes, mais intensas foram justamente as menos duradoras, coisa de alguns dias, no máximo uns dois meses, enquanto a que mais durou foi justamente aquela em que eu nem mesmo gostava da garota.

E agora você, leitor, me pergunta: “Mas e aqueles casais que vivem felizes por tanto tempo?” Essa duração de um relacionamento só é possível quando uma das partes faz com que a relação não perca aquele “gostinho de novidade”. E como isso? Muitos passam por um certo padrão, onde quando a relação começa a ficar entediante eles “avançam uma casa”. Por exemplo, se o casal ainda não tiver tido relações sexuais, passam a tê-la. Se são apenas namorados, se casam. Se ainda não têm filhos, fazem um. Mas uma relação só será bem sucedida se esse padrão apenas for seguido em último caso. Como já disse, para manter a satisfação de ambos cada dia deve ser uma novidade. E para isso devemos recorrer à criatividade inerente de todo ser humano.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O segundo post: sobre o título

A escolha do título foi algo no mínimo interessante... Estava eu a andar de moto, pensando na criação do meu blog, quando meus pensamentos recaíram sobre o título do mesmo. Depois de considerar diversas possibilidades, decidi que meu blog tinha que ter “devaneios” em sua composição. Pois era disso que ele trataria, de minhas idéias, opiniões e relatos. Mas eis que surge o impasse. Devaneios. Certo, e agora? Pensei em vários adjetivos para colocar em frente a “Devaneios de um”, mas nenhum deles parecia chegar perto de me definir. Afinal, como definir em apenas uma palavra algo tão único e tão complexo quanto a personalidade de uma pessoa? Não há como. E com isso surgiu aquela imagem em minha mente:

Devaneios de um ????”

Ainda continuei por um bom tempo procurando algo para substituir as interrogações até que uma luz se acendeu. Se nem mesmo eu me conheço, por que tentar definir algo indefinido? E com esse pensamento as interrogações desapareceram, e meu título estava formado:

Devaneios de um”
A procura de um por seu eu

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O primeiro post

Tudo que existe teve um começo. E de tal forma, todo blog precisa ter um primeiro post. Pensei em começar pelo segundo, mas um segundo lugar apenas existe na presença de um primeiro para defini-lo. E isso me traz a este texto, o primeiro post.
Ao criar um blog, muitos utilizam o primeiro post para falar sobre o mesmo, sobre os tipos de assunto que nele serão tratados, sobre o título escolhido... Tentei ao máximo fugir desse “método tradicional”, mas não consegui enxergar uma oportunidade futura de contar certas coisas que queria compartilhar e que geralmente são tratadas no post inicial.
Primeiramente, o motivo da criação desse blog. A tempos tenho vontade de criar um blog, mas nunca me considerei com capacidade de escrever textos longos, ainda mais frequentemente, sou uma pessoa de poucas palavras. Mas decidi me dar essa chance, confiar um pouco no meu potencial. Na pior das hipóteses, valerá a experiência. Não dizem que a prática leva à perfeição? Então, não almejo a perfeição (longe disso, considero os defeitos o que nos difere, e não as qualidades) mas sei que com isso posso me aperfeiçoar ao menos neste simples (ou talvez não tão simples assim) ato de escrever.
A idéia inicial era contar também sobre o título, sobre o que espero desse blog e um pouco sobre mim. Mas vejo que este texto já está demasiado grande, então deixo estes tópicos para a próxima atualização (ou nesse caso, a primeira atualização, já que o primeiro post não é uma atualização do blog, e sim a criação deste).